segunda-feira, 17 de agosto de 2009

"Ajude-nos a ajudá-los. Assista ao vídeo, ajude um cão", é o lema de uma campanha de adoção da Pedigree. Veja regulamento em www.adotaretudodebom.com.br.
Assistam ao vídeo do Youtube. Sempre que alguém assiste a esse vídeo, a Pedigree doa um saco de ração a cachorros sem lar. Assistam quantos vezes puderem. E divulguem.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Meus bichos


Falo sempre em adotar, em ter posse responsável, em cuidar dos animais e preservar a natureza, em todos os sentidos. Mas como faço isso? O que já fiz?
Bom, nem tanto quanto eu gostaria. Sempre batalho pelos cuidados dos animais. Em todas as minhas postagens, seja neste blog, em meu perfil do Orkut, nos e-mails que envio e em algumas de minhas atividades profissionais, enfatizo a importância da adoção e da posse responsável. Sempre que posso, aplico o selo da Arca Brasil -- uma Ong dedicada a esse tema --, com a frase "Amo meu vira-lata".
Mas qual é meu vira-lata?
A Bia é uma delas. Aí em cima, uma de suas fotos.
A Bianca é uma vira-lata típica, com carinha de Collie Border. Mas só a cara. Tem mais ou menos uns 9 ou 10 anos. Está há seis comigo. Eu a encontrei atropelada na Av. Rubem Berta, por volta das 19 horas de um dia da semana. Parei o trânsito na avenida (imaginem, naquele horário!), recolhi o animal, que não estava tão ferido assim.
Depois do veterinário, ela encontrou um lar. Minha casa!
A Bia é de uma docilidade e meiguice sem precedentes. Inteligente (como todo vira-lata), esperta e obediente.
Sabe que é um cão e se comporta como tal. Mas é uma companheira inseparável.
Mas deu azar de ser diabética. E, para se manter estabilizada, recebe doses de insulina injetada duas vezes por dia. Sem reclamar! A alimentação é especial, com horários bem definidos. E ela sempre sabe certinho esses horarários.
E assim tem vivido, com a qualidade de vida que lhe é possível dar. Um doce de criatura.
A outra não é bem vira-lata, mas aprendeu a ser com a Bia. A Ciça é uma poodle toy, mas sem aquele horroroso corte de pelo da raça. Não foi achada na rua, mas é tão rueira quanto a Bia.
E são somente as duas, porque, num apartamento, fica difícil ter mais.

É isso.





terça-feira, 4 de agosto de 2009


Recebi essa historinha enviada por minha amiga e irmã, Maria Helena. Achei ótima:


Um minuto de sossego

"Um cão velho e com olhar cansado estava andando pela rua e entrou em meu jardim. Eu pude ver, pela coleira e seu pêlo brilhante, que ele era bem alimentado e bem cuidado.

Ele andou calmamente até mim e eu o agradei. Então ele me seguiu e entrou em minha casa. Passou pela sala, entrou no corredor, deitou-se em um cantinho e dormiu.

Uma hora depois ele foi para a porta e eu o deixei sair.

No dia seguinte ele voltou, fez "festinha" para mim no jardim, entrou em minha casa e novamente dormiu por uma hora no cantinho do corredor. Isso se repetiu por várias semanas.

Curioso, coloquei um bilhete em sua coleira: "Gostaria de saber quem é o dono deste lindo e amável cachorro, e perguntar se você sabe que ele vem até a minha casa todas as tardes para tirar uma soneca."

No dia seguinte ele chegou para sua habitual soneca, com um outro bilhete na coleira:

"Ele mora em uma casa com 6 crianças, 2 das quais têm menos de 3 anos - provavelmente ele está tentando descansar um pouco. Posso ir com ele amanhã???"



sexta-feira, 31 de julho de 2009

Adotar é bom. Com selo de garantia, fica ainda melhor

O tema do momento envolve muito mais do que apenas levar um animal abandonado para casa

A adoção, importante atitude para enfrentar o problema dos animais em estado de abandono, tem sido assunto freqüente da mídia nas últimas semanas. Comerciais em horário nobre e reportagens sobre cães e gatos sem lar nos principais canais de TV aberta sempre alcançam grandes índices de audiência.

A atenção que o tema vem recebendo da mídia é um fato encorajador e pode fazer a diferença desde que os devidos cuidados sejam tomados. É difícil, mas até o mais dedicado protetor animal admite que uma adoção por impulso pode piorar o quadro de abandono ao invés de melhorá-lo.

Entre o conjunto de medidas que devemos considerar antes de levar um peludo para casa, providenciar a sua castração é essencial. São justamente as crias não planejadas que geram o quadro de superpopulação e perpetuam o ciclo de abandono. Veja abaixo este e outros elementos fundamentais para uma relação saudável e para toda a vida.

Comece por verificar se o animal foi triado por um veterinário, se recebeu as vacinas anti-rábica e V-8 e se foi vermifugado. De acordo com a Lei Municipal Nº 14.483/07 (São Paulo), todos os animais devem ser castrados antes de serem doados. Tudo isso pode justificar o fato de alguns protetores pedirem uma quantia destinada a cobrir os que gastos nesses procedimentos.

Procure conhecer a personalidade do animal antes de tomar a sua decisão. “O ponto de partida para a escolha do cão certo pode começar com as perguntas: ‘Que tipo de família somos?’, ‘Quantos adultos, idosos e crianças convivem na casa?’ e ‘Qual nosso estilo de vida?’”, explica o educador e perito em comportamento animal, Dennis Turner. Conversar com a pessoa que colocou o bichinho para adoção e observar as raças ou misturas dos peludos, também pode trazer algumas dicas sobre suas características.


Adoção com “selo de qualidade”
Adotar um cão ou gato de um veterinário é a garantia importante na hora de levar um animal para um novo lar. Pensando nisso, em uma iniciativa inédita, a ARCA Brasil reuniu os Veterinários Solidáriosque, em um gesto responsável, encontram tempo em suas rotinas para colaborar com a adoção de animais sem um lar. Estes profissionais diferenciados levam a letra “A” ao lado de seus nomes aqui nesta lista. Para informação sobre os animais disponíveis, escreva para o e-mail relacionado. Nenhum desses médicos recebe animais.

Muitos desses profissionais participam de feiras de adoção, outra opção para encontrar um companheiro de quatro patas. Clique aqui para visualizar algumas das feiras realizadas pelo país. Freqüente, também, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da sua cidade abriga animais precisando do carinho e atenção que apenas um verdadeiro lar pode oferecer.

Maturidade
Considere a adoção de animais adultos.Filhotes são fofinhos, mas adotar um peludo com mais de dois anos é tão gratificante quanto criar um bebê. O cão nessa idade já tem personalidade e tamanho definidos, o que torna possível reconhecer o bicho ideal para cada pessoa, além de já ter perdido o incômodo hábito de morder tudo o que vê pela frente.

Opiniões de que animais adotados já adultos não reconhecem seus adotantes como donos ou que eles são incapazes de serem educados não passam de mitos (leia mais).

Antes de adotar...
Ao intermediar milhares de castrações e doações em seus 15 anos de existência, em projetos como o de Taboão da Serra ou em iniciativas pioneiras de adoção como o Adotamóvel e o projeto Adotar é Tudo de Bom, a ARCA Brasil reuniu um extenso e material para assessorar essa atitude.

Confira o Teste do Proprietário Responsável, os 10 Mandamentos da Posse responsável, o folder Amigo é Para Sempre, o artigo Antes de adotar, pense... e as dicas “Os primeiros passos do cão em seu novo lar.

Agradecimento: Renato Neto – Projeto Natureza em Forma e Fabiana Augusto Pereira – estudante de veterinária e integrante do Amigos de Pêlo. Os dois projetos promovem a adoção de animai.

Publicado originalmente pelo site da Arca Brasil (http://www.arcabrasil.org.br/noticias/0903_adocao.html)