quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Meus bichos


Falo sempre em adotar, em ter posse responsável, em cuidar dos animais e preservar a natureza, em todos os sentidos. Mas como faço isso? O que já fiz?
Bom, nem tanto quanto eu gostaria. Sempre batalho pelos cuidados dos animais. Em todas as minhas postagens, seja neste blog, em meu perfil do Orkut, nos e-mails que envio e em algumas de minhas atividades profissionais, enfatizo a importância da adoção e da posse responsável. Sempre que posso, aplico o selo da Arca Brasil -- uma Ong dedicada a esse tema --, com a frase "Amo meu vira-lata".
Mas qual é meu vira-lata?
A Bia é uma delas. Aí em cima, uma de suas fotos.
A Bianca é uma vira-lata típica, com carinha de Collie Border. Mas só a cara. Tem mais ou menos uns 9 ou 10 anos. Está há seis comigo. Eu a encontrei atropelada na Av. Rubem Berta, por volta das 19 horas de um dia da semana. Parei o trânsito na avenida (imaginem, naquele horário!), recolhi o animal, que não estava tão ferido assim.
Depois do veterinário, ela encontrou um lar. Minha casa!
A Bia é de uma docilidade e meiguice sem precedentes. Inteligente (como todo vira-lata), esperta e obediente.
Sabe que é um cão e se comporta como tal. Mas é uma companheira inseparável.
Mas deu azar de ser diabética. E, para se manter estabilizada, recebe doses de insulina injetada duas vezes por dia. Sem reclamar! A alimentação é especial, com horários bem definidos. E ela sempre sabe certinho esses horarários.
E assim tem vivido, com a qualidade de vida que lhe é possível dar. Um doce de criatura.
A outra não é bem vira-lata, mas aprendeu a ser com a Bia. A Ciça é uma poodle toy, mas sem aquele horroroso corte de pelo da raça. Não foi achada na rua, mas é tão rueira quanto a Bia.
E são somente as duas, porque, num apartamento, fica difícil ter mais.

É isso.





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