quinta-feira, 29 de setembro de 2011


Coleiras Vermelhas
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Vinte milhões de cães são brutalmente mortos a cada ano; ou seja, 38 cães a cada minuto.

Um dos principais motivos para essa crueldade é o medo da Raiva. Só que matar cães não ajuda a conter a doença.

Cães são envenenados, espancados, intoxicados por gás e eletrocutados. Cada animal sofre intensamente e, talvez, a pior tragédia é que sua morte não irá prevenir a doença.  

Está comprovado, inclusive através dos trabalhos em campo da WSPA, que apenas a vacinação em massa pode ajudar a proteger os cães e as pessoas contra a Raiva no longo prazo.

Precisamos urgentemente proteger estes cães, convencendo o mundo de, ao invés da crueldade, optar pelas Coleiras Vermelhas, o nosso símbolo de vacinação, proteção e esperança.

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World Society for the Protection of Animals

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Os Dez Mandamentos ARCA Brasil da Posse Responsável de Cães e Gatos

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Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.


Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.


Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.


Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.



Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.


Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.


Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.


Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.

Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.


Publicado por:

http://www.arcabrasil.org.br



Cão Idoso: como cuidar dele?

(do blog http://universoveterinario.blogspot.com, por Fernanda Trida)

Vovô. Esse passou a ser o apelido do cãozinho mais velho de uma senhora que conheço, porque já se notam nele os sinais do envelhecimento. Ele sempre foi um animal ativo e pronto a atender qualquer chamado, mas há algum tempo vem mostrando mais vontade de dormir e menos, de brincar e correr. Os pêlos ao redor da boca estão ficando cada vez mais brancos e, às vezes, enquanto dorme, não consegue controlar a bexiga e faz xixi.
Dependendo da raça, esses sinais podem começar a aparecer já aos cinco anos de idade (veja ao final deste artigo), quando, além de visitar regularmente o veterinário e fazer check upslaboratoriais de tempos em tempos, é importante passar a oferecer a alimentação específica para cães idosos, além de fazê-lo se exercitar levemente todos os dias – dar umas poucas voltas no quarteirão já é o suficiente para ajudá-lo a manter os músculos, as articulações, o coração e os pulmões saudáveis.
Infelizmente, há cãezinhos que, mesmo sendo muito bem cuidados por seus donos, acabam por sofrer de algumas doenças que podem surgir na terceira idade. Quando o proprietário perceber alguma alteração no comportamento de seu companheiro, como aumento da sede e da micção, redução da capacidade auditiva, dificuldade de fazer as necessidades nos lugares certos, mudança na coloração dos olhos, aumentos de volume na região das glândulas mamárias, relutância em se levantar após algum tempo deitado etc., ele deve procurar por auxílio médico assim que possível.
As doenças que mais acometem os cães idosos são obesidade, insuficiência renal, cálculos na bexiga e uretra, insuficiência cardíaca, diabetes, artrose, neoplasia de mamas e de próstata. Muitas destas condições são causadas por fatores ocorridos ao longo da vida, como alimentar excessivante o animal, deixar que o tártaro tome conta dos dentes e mantê-lo sob uma dieta rica em sódio, gordura e açúcar. Há também problemas de saúde que podem ser resultado da genética da raça ou hereditariedade familiar.
Assim, desde a aquisição do filhote, toda a família deve ser instruída sobre como tratá-lo adequadamente para que sua saúde não se deteriore quando ele chegar à terceira idade.

Como o tamanho afeta o processo de envelhecimento

Raças gigantes (ex.: Dogue alemão):
Tempo de vida médio: 7 a 10 anos
Início da terceira idade: 5 a 7 anos

Raças grandes (ex.: Pastor alemão):
Tempo de vida médio: 8 a 12 anos
Início da terceira idade: 6 a 8 anos

Raças médias (ex.: bull terrier) :
Tempo de vida médio: 12 a 15 anos
Início da terceira idade: 7 a 9 anos

Raças pequenas (ex.: Lhasa apso):
Tempo de vida médio: acima de 15 anos
Início da terceira idade: 9 a 11 anos

Por Fernanda Trida.